Último vídeo da websérie “V de Verdade” alerta: desconfie de conteúdos que possam parecer artificiais
Último vídeo da websérie “V de Verdade” alerta: desconfie de conteúdos que possam parecer artificiais

Hoje em dia, existe muito conteúdo que parece real, mas não é. São falas tiradas de contexto ou manipuladas para tentar imitar a realidade. É o que chamamos de verossimilhança: quando algo ganha aparência enganosa para convencer e influenciar decisões, principalmente nas eleições. Esse é o tema do sexto vídeo da websérie “V de Verdade – Em terra de fatos, fake não tem vez”, publicado nesta quarta-feira (18) nos perfis oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nas redes sociais e no canal da Justiça Eleitoral no YouTube.
O vídeo destaca que, em uma simples visita às redes sociais, é possível encontrar diversos conteúdos que imitam o formato de notícias reais, com manchetes convincentes, imagens editadas e criações de inteligência artificial.
Com a grande quantidade de informações disseminadas na internet, acaba sendo comum acreditar em fake news. Por isso, o vídeo orienta o internauta a pesquisar um pouco mais sobre conteúdos que possam parecer artificiais, a consultar outras fontes e a confirmar as informações que recebeu antes de compartilhar.
A websérie
A série “V de Verdade – Em terra de fatos, fake não tem vez” reúne seis vídeos, que orientam e alertam o público sobre o fenômeno da desinformação, ajudando as eleitoras e os eleitores a identificarem e questionarem publicações potencialmente falsas.
Produzida pela Secretaria de Comunicação e Multimídia (Secom), a websérie reforça a importância da veiculação de informação de qualidade e do combate à desinformação, sendo baseada em cinco conceitos, desenvolvidos a partir dos chamados “5 Vs da Desinformação”:
- volume de informação;
- variedade de temas;
- velocidade de propagação;
- viralidade dos conteúdos; e
- verossimilhança.
Episódios semanais
Os vídeos da websérie “V de Verdade – Em terra de fatos, fake não tem vez” são publicados às quartas-feiras, nas redes sociais do TSE e no canal da Justiça Eleitoral no YouTube. O material também é disponibilizado para as emissoras de televisão e para os parceiros institucionais do Tribunal.

