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Eleições 2026: TSE abre urna eletrônica para técnicos da Sociedade Brasileira de Computação

Representantes da SBC realizaram inspeção nos códigos-fonte dos sistemas eleitorais nesta quarta (24) e quinta (25)

Representantes da SBC realizaram inspeção nos códigos-fonte dos sistemas eleitorais nesta quarta...

Representantes da Sociedade Brasileira de Computação (SBC) retornaram ao edifício-sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília, nesta quinta-feira (25), para dar continuidade à inspeção dos códigos-fonte dos sistemas eleitorais que serão usados nas Eleições Gerais de 2026.  

Nesta segunda etapa da auditoria, eles tiveram a oportunidade de presenciar a abertura de uma urna eletrônica, conhecer o funcionamento dos mecanismos internos do equipamento e conferir a apresentação dos softwares e como são programados.  

A primeira etapa da auditoria foi realizada nesta quarta (24). A ação faz parte do Ciclo de Transparência Democrática – Eleições 2026, promovido pela Justiça Eleitoral.  

O coordenador de Tecnologia Eleitoral (Cotel) do TSE, Rafael Azevedo, salientou a importância da inspeção para a Corte Eleitoral e a sociedade. “A entidade consegue auditar se o código-fonte está fazendo o que a lei exige. Eles também vêm aqui e conferem que o sistema é seguro”, frisou. 

A equipe técnica da SBC foi composta pelo professor André Ricardo Abed Grégio, coordenador do grupo, e pelos pesquisadores João Ribeiro Andreotti e Raphael Kaviak Machnicki.   

Transparência 

O acesso aos códigos-fonte dos sistemas das Eleições 2026 foi aberto pelo TSE em outubro de 2025, um ano antes da realização do pleito. A medida estimula a ampliação da participação das instituições legitimadas no processo de fiscalização e reforça a política de transparência adotada pela Justiça Eleitoral brasileira. 

As inspeções podem ser realizadas até setembro deste ano, antes da Cerimônia de Assinatura Digital e Lacração dos Sistemas Eleitorais. 

Abertura ocorre desde 2002  

A abertura dos códigos-fonte é prevista na legislação eleitoral e ocorre desde 2002. A partir de 2021, o período de fiscalização, que era de seis meses, foi ampliado para um ano antes das eleições, o que aumentou o tempo disponível para análise pelas entidades fiscalizadoras listadas no artigo 6º da Resolução TSE nº 23.673/2021.  

Os códigos-fonte correspondem ao conjunto de instruções que definem o funcionamento dos sistemas eleitorais. Eles orientam desde a operação das urnas eletrônicas até os demais programas utilizados ao longo do processo de votação e apuração. 

O Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas não envia e-mails a eleitores para comunicar cancelamento de título eleitoral.

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