Transparência: TRE/AL conquista o 2º lugar nacional no ranking do CNJ

O regional alagoano alcançou o percentual histórico de 94,26% de atendimento dos itens avaliados, após figurar na última colocação do ranking em 2018.

O regional alagoano alcançou o percentual histórico de 94,26% de atendimento dos itens avaliados, após figurar na última colocação do ranking em 2018.

O Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE/AL) conquistou a segunda colocação nacional no Ranking da Transparência do Poder Judiciário – ano 2019, instituído pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O regional alagoano alcançou o percentual histórico de 94,26% de atendimento dos itens avaliados, após figurar na última colocação do ranking em 2018.

“Foram meses de esforços por parte de todos os servidores e magistrados para mudarmos os aspectos da transparência em nosso Tribunal. Precisamos comemorar essa conquista pois foi fruto de um trabalho coletivo, objetivando sempre uma melhor prestação jurisdicional aos alagoanos”, destacou o desembargador Pedro Augusto Mendonça de Araújo, presidente do TRE/AL.

Os itens utilizados para avaliação foram divididos em dois grupos: transparência ativa e transparência passiva. Os órgãos do Poder Judiciário responderam, entre outras perguntas, se divulgam endereços, telefones e horários de atendimento ao público em suas páginas na internet e se disponibilizam ferramentas de pesquisa e rendimentos dos tribunais.

Também foi medida a disponibilidade de informações relativas a licitações, íntegras de contratos firmados, de projetos, termos, acordos e licitações, desde que não tenham sido considerados sigilosos, e outros questionamentos. “Nossa meta, agora, é manter esse nível de excelência, garantindo que os eleitores tenham acesso às informações de maneira rápida, fácil, acessível e eficaz”, complementou o presidente do TRE/AL.

O CNJ coordenou a coleta dos dados enviados pelos Tribunais e conselhos para elaboração do Ranking da Transparência do Poder Judiciário. A solenidade de premiação acontecerá na próxima terça-feira, 10 de setembro, no plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

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